29 de novembro de 2008

Video de Itatiaia

26 de novembro de 2008

Nazaré.

Estamos AQUI! Conheçam!

25 de novembro de 2008

ESTAMOS DE VOLTA! ITATIAIA – RJ

Sim! Estamos de volta! Finalmente! É impressionante como as vezes o tempo parece nos pegar pelo pé! Não podemos ficar tanto tempo longe da natureza e da estrada assim. Esse é o nosso caminho agora.

Recomeçamos nossa viagem com uma boa dose de generosidade da Mãe Terra. O lugar que estamos acampados é uma floresta linda. Fica no cume de uma montanha e de cada lado dela tem um vale com um rio de águas límpidas e deliciosas. Dentro do camping tem várias trilhas que chegam em quedas d’água e poços pra banho. As trilhas são em meio à exuberante mata atlântica e a água é gélida, daquelas que lava a alma dos corajosos que agüentam o frio. Eu só entrei no primeiro dia - lavou a minha alma para os todos os dias seguintes, porque não me arrisco a entrar ali de novo não! Saí tremendo! Mas foi uma delícia.

A dose boa de generosidade veio também com a quantidade de chuva. Choveu todos os dias à tarde e em tres dias choveu quase o dia inteiro. Mas a barraca suportou muito bem e a experiência foi diferente e também agradável. Nos obrigou a ficar mais quietinhos dentro da barraca e não restava fazer outra coisa se não ler, escrever, editar fotos. Para os que me conhecem bem, sabem que eu gosto de uma partidinha de buraquinho, passatempo que a gente sempre faz depois do jantar. O João na verdade, inquieto como é, mesmo com chuva, se acabou de tanto fotografar. Largou a grande angular e se ateve aos detalhes da mata. Sacou a lente macro e saiu tirando fotos de insetos, de flores e de folhas.

Ele diz que através da fotografia, contempla universos em várias escalas. Desde grandes paisagens, como montanhas na Chapada Diamantina, ao micromundo de um simples tronco de árvore na mata, que abriga uma infinidade de vida em tamanho miniatura: texturas, formas abstratas e também muita vida.

Detalhes da mata - Fotos João

O camping que estamos fica na Serrinha, no município de Resende, na região de Itatiaia. Fica bem no começo da estrada de terra que sobe para Mauá. É do Camping Clube do Brasil e possui um terreno de nada menos que 250 mil metros quadrados de pura natureza. O camping existe há 35 anos e nos anos 80, segundo o administrador, vivia completamente abarrotado de gente. Foi o primeiro camping dessa região de Mauá e Itatiaia e nos grandes feriados chegava a ter 300 barracas no jardim do terreno. Hoje a procura é mínima. As pessoas acabam dando prioridade á badalada Visconde de Mauá/Maromba e o conforto e gastronomia de Penedo.

E é aqui que entra a pergunta que quero fazer pra todos que estiverem lendo. Por que a gente não passa mais tempo da vida acampando e curtindo a natureza? É tão bom, tão bom!

Claro, o ideal é ter uma estrutura, boa barraca, material de cozinha - o resto é luxo! Como nossa viagem é longa, temos realmente tudo que precisamos mas o que vale é o contato com a natureza!

O verde do camping e o clima mágico

Quer descansar no feriado? Quer estar em meio à natureza pra relaxar de verdade? Respirar ar puro, se desligar do dia a dia, do stress, da barulhada da cidade? Vem pra Serrinha! Vem pra esse camping! Sério! Estamos aqui em pleno feriado, num lugar enorme, super bem estruturado, com cozinha, banheiro com chuveiro pelando, sauna à lenha na beira do rio, cachoeiras para se tomar banho - e estamos praticamente sozinhos! O terreno é praticamente todo nosso!
www.campingclube.com.br

Cachoeira Véu de Noiva - Itatiaia

Estamos a poucos quilômetros do Parque Nacional do Itatiaia que tem coisas lindas pra se ver como a cachoeira Véu de Noiva, o Pico das Agulhas Negras e o Cume das Prateleiras.

Só conseguimos ir pra Itatiaia 1 vez por causa da chuva. Fomos na cachoeira Véu de Noiva e no lago Azul. O resto do tempo nos contentamos com as atrações do próprio camping como Poço das Esmeraldas e o Rio Sto Antonio.

Amelia no Rio Sto Antonio - Serrinha

O Parque Nacional do Itatiaia foi o primeiro parque do Brasil e já possui mais de 70 anos. Visitamos o Museu (Centro de Visitantes) que tem salas interativas e exposições de fotografias e é rico em informações sobre geologia, fauna e flora. Vale a pena.

Centro de Visitantes Parque Nacional do Itatiaia

Sábios foram meus avós que há anos vieram pra itatiaia passar a lua de mel!

A gente veio parar na Serrinha pois estamos no meio do caminho para Jacareí (SP). Lá vamos participar de uma atividade na Nazaré Universidade da Luz - um lugar que eu estou ansiosíssima para conhecer. É como um retiro com “vivencias” para estimular a pratica da “meditação, silêncio, cuidado amoroso, partilha, comunicação sustentável, liderança circular e responsabilidade sócio-ambiental”. Contaremos os detalhes da experiência em poucos dias! Até lá!


14 de novembro de 2008

Nós na "Rio This Week"

Chegamos em casa hoje depois de fazer as compras para o reinício da expedição e havia acabado de chegar pelo correio a revista "Rio This Week" com a linda matéria que a Amélia escreveu ilustrada com as fotos da expedição. Obrigado Betão, Marina e todo pessoal da revista!
Isso só nos motiva ainda mais para continuar essa deliciosa viagem. Dêem uma conferida na matéria clicando em BRASIL AFORA depois de entar AQUI e continuem na nossa carona!
João e Amelia.

Troque seu Lixo por MPB!

Show Doe seu lixo por música , Rio De Janeiro - Apoteose 21/11

13 de novembro de 2008

Artes!





7 de novembro de 2008

A vida acumulando lixo.

Faz tempo que não escrevo.

Viver Noronha foi uma experiência intensa e muito pessoal, por isso ainda não consegui desenvolver um texto sobre o 1 mês e 10 dias que por lá passamos.
Desde que voltamos na semana passada, tenho trabalhado em eventos para meus pais e o João está agitando alguns últimos detalhes do livro que ficaram pendentes.
Retornaremos à viagem na semana que vem ou na próxima. Estamos ansiosos e com saudades da estrada.

Bem, fiquei com vontade de colocar minha cara aqui de novo pra continuar falando do lixo. Assunto mais do que discutido entre eu e o João nas últimas semanas.Todo esse lance de coleta de lixo, de acúmulo de lixo, de consumo de lixo, de LIXO como um todo, é recente pra mim.
Como quase tudo que tenho vivido ultimamente é recente pra mim.
E como quase tudo que tenho vivido ultimamente, o assunto é forte, importante e essencial para uma vida equilibrada.
O lixo é um tapa na minha cara sobre a minha falta de atenção à valores primordiais pra uma vida neste planeta.
E não to aqui defendendo o planeta, to aqui defendendo a vida. A minha vida, a sua vida e, sim, a vida da folha, do peixe, da fruta.

Antes, quando eu trabalhava 12 horas por dia e vivia um stress constante, eu não pensava no lixo. Simplesmente não pensava. Não tinha tempo, eram outras as minhas preocupações. Eu entendo portanto os que ainda não se preocupam. A ficha ainda não caiu. Não deu tempo. São mesmo muitas as nossas responsabilidades na vida moderna.
Mas então já que os compreendo e estava nessa posição há tão pouco tempo, me coloco à disposição para lembrar à todos o que acontece com todo o lixo que acumulamos. O que acontece é LIXO ACUMULADO! A embalagem da escova de dentes que eu comprei, o protetor do absorvente que eu uso, o papel higiênico que entre outras coisas eu assuo o meu nariz alérgico, a embalagem cheia de frescuras do meu aparelho de celular, o papel de seda que embrulhou a minha nova blusa, a caixinha do filme do João, a embalagem do shampoo, do creme, do sabonete líquido, as folhas de papel onde imprimi os rooming lists e instrutivos dos últimos eventos, alem das 1100 sacolas plásticas que protegiam as camisetas de brinde do evento que acabei de fazer. Tudo vira lixo. Tudo fica por aqui, espalhado na nossa vida, longe dos nossos olhos pra gente não ver, mas muito perto da nossa consciência quando a gente consegue prestar atenção.

É claro que nem tudo tá perdido. Hoje se fala muito mais nesse assunto do que ontem. A consciência se espalha.
São várias as empresas que estão tomando atitudes, como o grupo Pão de Açúcar que acabou de abrir, no estado de SP, o primeiro supermercado verde da América Latina. Lá, entre muitas outras coisas, o consumidor encontra o Caixa Verde. Na hora de pagar vc pode tirar seus produtos das embalagens que não precisam ser levadas pra casa e depositar num container que é enviado para reaproveitamento do material.
Mais informações clique aqui.

Fato é que muitos como eu se perguntam qual o percentual do lixo que pode ser reciclado, ou reaproveitado. A resposta é simples: praticamente tudo!
Então, porque não é feito? Porque, como determinam as leis do mercado, é preciso que haja demanda. É preciso ter empresas de reciclagens em quantidade e especialidades diferentes, que haja separação correta dos materiais em todos os segmentos da sociedade e é preciso ter destinação final, ou seja, mercado para os produtos.

Coleta-se aqui no Brasil, em média, 125 mil toneladas de resíduos domiciliares por ano e só uma pequena parcela é reciclada. O País perde quase cinco bilhões de reais por ano por não reciclar tudo que poderia. Reciclamos apenas 5% das embalagens de vidro (o Japão, por exemplo, chega a 55,5%) e 15% das embalagens PET que são transformados em fibras. São índices considerados muito baixos, principalmente quando comparado ao resto do mundo.
Reciclagem, segundo o blog da Comlurb, é o processo industrial que converte o lixo descartado em produto semelhante ao inicial ou a outro; processo que visa poupar energia; poupar recursos naturais e trazer de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora. É preciso começar a olhar o lixo como fonte de riqueza. Para reciclá-lo é necessário separá-lo, pelo menos retirando o lixo molhado – que são os resíduos orgânicos – do lixo seco.
É aí que entra o meu objetivo aqui. Somos responsáveis por nossas ações no mundo. Somos portanto responsáveis pelo lixo que acumulamos.
O que antecede à reciclagem é a nossa conscientização. É prestarmos atenção ao nosso consumo, afinal, reduzir consumo significa reduzir lixo. É mudando o consumo, que podemos contribuir para não mudar o clima do planeta.
Consciência ecológica é o primeiro passo. Se usamos uma bolsa de tecido, podemos economizar aproximadamente 6 saco plásticos por semana, ou seja, 24 sacos por mês, 288 sacos por ano e 22.176 sacos ao longo da vida. Se apenas 1 de cada 5 pessoas neste país fizesse isso, economizaríamos 1.330.560.000.000 sacos plásticos durante nossas vidas. Podemos comprar produtos com embalagens recicláveis, evitar a impressão de documentos desnecesarios, reaproveitar sobras de papel, abolir os copos descartáveis, comprar produtos com embalagens economicas, desperdiçar menos, e, principalmente, iniciar dentro de casa a prática da coleta seletiva. Algumas dicas:

SEPARAÇÂO DE MATERIAIS RECICLÁVEIS
O material da coleta seletiva é o lixo seco, ou seja, sem mistura de lixo orgânico, tais como restos de comida, restos de frutas, legumes e verduras, etc. O papel e o papelão também devem estar secos.
O material separado deve estar exposto em saco plástico transparente específico vendido em todos os supermercados.
A Comlurb faz a coleta deste lixo uma vez por semana. Para os cariocas, no site da Comlurb vc se informa sobre o dia da semana em que há coleta na sua rua (Atenção: escrever a rua principal que há perto da sua casa). Alem disso há diversas Cooperativas de Catadores de Lixo que também farão está coleta aleatóriamente.
O lixo será então separado em:
a) - Vidros: garrafas, frascos em geral, potes e copos;
b) - Papel/papelão: jornais, revistas, cadernos, folhas, papel laminado, sacos de papel, embalagens em geral, papelão;
c) - Metais: latas em geral, peças de alumínio, peças de cobre, fios, pequenas sucatas;
d) - Plástico: garrafas, frascos, brinquedos, sacolas, potes, tampas.
(Todos esses itens devem estar limpos para garantir a qualidade do produto.)


Mas temos que lembrar que, mesmo reaproveitados, chegará o momento em que todo este material vira lixo de novo e vai acabar em um aterro sanitário – por isso, atenção ao consumo, atenção à vida!

23 de outubro de 2008

Lixo Oceânico nas praias de Fernando de Noronha

A primeira vez que fui à Fernando de Noronha, em 2001, fiquei tão fascinado pela beleza do lugar que fiquei "cego" para ver as coisas ruins da ilha. Em 2004 quando fui morar lá, comecei a conhecer melhor o ambiente e passei a explorá-lo mais, principalmente como fotógrafo.
Naquela época, Márcio Dumel, um guia local, me mostrou os lugares menos explorados e visitados de Noronha, principalmente as trilhas do “Mar-de-fora”. O que vi foi a forte presença de lixo na costa das enseadas daquele lado. Esse lixo, me explicou ele, é trazido pelas correntes marinhas de várias regiões do nosso globo, o que foi constatado, já que víamos que o rótulo das embalagens de plástico vêm de diferentes continentes e países.
Nesta semana eu e a Amélia, inspirados em dar continuidade à campanha contra o uso de sacolas e embalagens plásticas, resolvemos documentar o que o nosso comodismo e descaso estão causando ao meio ambiente, inclusive aqui no isolado arquipélago de Fernando de Noronha.

Há alguns meses atrás, lendo a Revista Veja, tomei conhecimento do que esse lixo de plástico que encontramos pode representar. Resolvi me aprofundar um pouco no assunto pra poder falar a respeito. No texto abaixo resumi um pouco daquilo que encontrei.

No Pacífico Norte, em lados opostos do arquipélago do Havaí, há dois enormes depósitos de lixo que são mantidos no local pelo movimento circular das correntes marítimas. Estima-se que sejam 100 milhões de toneladas de lixo e que aproximadamente 90% deste são resíduos de plástico. Esta “sopa de plástico”, como é chamada, só vem crescendo e estende-se por uma área o dobro do tamanho do Brasil.

Alguns resíduos encontrados nesta "sopa" tem meio século de idade. São pedaços de redes de pesca, garrafas, tampas, bolas, bonecos, sapatos, sacos de plásticos, pequenos pedaços impossíveis de identificar e muito de tudo o que é possível de ser fabricado em plástico.

A presença de tanto plástico é extremamente problemática para a vida marinha. De acordo com o Programa Ambiental das Nações Unidas, é a causa da morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos, bem como de mais de cem mil mamíferos marinhos. Rolhas, isqueiros, seringas, filtros de cigarros, escovas de dentes e muitos outros objetos já foram encontrados nos estômagos de aves mortas, que os engolem pensando tratar-se de comida.

Sugiro que veja um vídeo sobre a autópsia dum albatroz. Se tiver estômago para isso...

O Programa Ambiental das Nações Unidas estima ainda que cada milha quadrada de oceano contenha cerca de 46 mil pedaços de plástico. A mesma característica que torna o plástico útil para os consumidores, a durabilidade, transforma-se num sério problema ambiental. Cerca de 100 milhões de toneladas de plástico são produzidas todos os anos e 10% acabam no mar.

É possível que este fenómeno se repita em menor escala em outros oceanos.

A Grande "Sopa de Lixo" do Pacífico não está mais restrita a áreas de baixa produtividade, onde passou despercebida por décadas, mas agora já se alastra por águas de elevada riqueza biológica e de grande interesse comercial.

Está também nas nossas mãos evitar a utilização abusiva de produtos de plástico. Evite os produtos com embalagens plásticas e recorra aos sacos reutilizáveis.

Muitos países já proibiram o uso das sacolas.

USE SACOLAS RETORNÁVEIS PARA CARREGAR COMPRAS DE SUPERMERCADO;

PREFIRA PRODUTOS SEM EMBALAGENS PLÁSTICAS;

CONSUMA REFRIGERANTES QUE UTILIZEM GARRAFAS DE VIDRO RETORNÁVEIS;

ENCAMINHE SEU LIXO PARA RECICLAGEM;

FAÇA A SUA PARTE!

7 de outubro de 2008

Um pouquinho do que se vê em Fernando de Noronha...

Nosso Album.

João e Amelia

Vista do Dois Irmãos na Trilha do Golfinho

Vista da Baía dos Porcos na Trilha do Golfinho

Moreia

Hugo Criança Feliz

Queridos Amigos Silvana e Sebastião da Pousada Beco de Noronha

João Vendendo Seu Material Como de Costume no Por do Sol do Forte do Boldró

João Assinando Livros no Lançamento

Gravação da Matéria de Lançamento do Livro para a TV Golfinho

Tios Queridos Zé Paulo e Hilda em Fernando de Noronha

Princesa em Fernando de Noronha

Brincadeiras no Lançamento do Livro

Brincadeiras no Lançamento do Livro

Brincadeiras no Lançamento do Livro - Rock

Vista do Forte dos Remédios

6 de outubro de 2008

Notícias de Fernando de Noronha

Aqui em Noronha segue tudo bem. O lançamento do livro foi lindo!
Estou trabalhando muito, em 18 dias de ilha só entrei no mar 4 vezes! Enquanto Amelia segue mergulhando todos os dias entre corais, tartarugas, peixinhos, arraias e com a companhia da querida prima Cacá, que chegou depois da visita dos também queridos tios Zé Paulo e Hilda. Entre uma entrega de livros aqui, divulgação ali e vendas acolá me deleito com os visuais que a ilha oferece.

Agora mesmo estou no quarto trabalhando aqui no PC e curtindo um linda vista do mar. E entre checar emails e publicar textos e matérias encontrei no Eco viagem este texto que acho que vale compartilhar no contexto desses dias aqui em Fernando de Noronha.

O papa Bento XVI defendeu neste sábado um turismo solidário e responsável, que respeita a natureza e as culturas de todos os povos. Este foi o chamamento de Bento XVI, que recebeu em sua residência de Castel Gandolfo (a 30 quilômetros de Roma) os participantes de um seminário organizado pelo Centro Turístico Juvenil e pela Oficina Internacional de Turismo Social. O Papa explicou que a Igreja Católica defende a difusão do chamado 'turismo social', que "promove a participação das faixas mais débeis da sociedade e poder ser um válido instrumento de luta contra a pobreza, criando emprego, conservando os recursos e promovendo a igualdade".

Este tipo de turismo representa para Bento XVI "um motivo de esperança num mundo em que se acentuam as distâncias entre os que têm de tudo e os que sofrem de fome, carências e secas".

"É necessário, sobretudo no âmbito do turismo, que tanto se apóia na natureza, que todos tenham uma gestão equilibrada de nosso hábitat", acrescentou.

Para o Papa, nesta missão é de vital importância o trabalho das novas gerações, que devem ser promotores de um "turismo saudável e solidário, que rechace o consumismo e a degradação dos recursos, para dar espaço a gestos de solidariedade, amizade, conhecimento e compreensão".

Somente assim, disse o Pontífice, o turismo "pode se converter num instrumento privilegiado de educação para uma pacífica convivência".

O Papa disse também que a Humanidade "deve proteger o tesouro da criação e empenhar-se na luta contra o uso indiscriminado dos bens da terra, já que sem um adequado limite ético e moral, o comportamento humano pode transformar-se em uma ameaça".

Para Bento XVI, "a gestão responsável da criação integra, ou deveria, uma economia saudável do turismo", enquanto que ao contrário, "o mal uso da natureza e o abuso da cultura das populações locais causam danos também ao turismo".

Para o pontífice, a degradação ambiental "pode ser freada com a difusão de um comportamento que contemple estilos de vida mais sóbrios".

Fonte: EFE

28 de setembro de 2008

Destino: Fernando de Noronha

É isso aí amigos!
Nossa Expedição Águas do Brasil está agora nas águas cristalinas de Fernando de Noronha.
(Foto: João no Festival Gastronömico do Zé Maria)

Não temos conseguido atualizar o blog porque a Internet aqui é precária e estamos muito envolvidos com o lançamento do livro. Desde que chegamos, há 9 dias, o João não faz outra coisa se não trabalhar. Trabalha mostrando livro pra turista, trabalha lançando o livro nos melhores restaurantes, trabalha negociando com as lojas, trabalha vendendo seu material no por do sol como de costume. Realizar sonhos sempre vem com muito trabalho!

Fomos muito bem recebidos aqui, como sempre. “Bons filhos sempre à casa retornam” foi o que ouvi um ilhéu dizer para o João noutro dia. Estamos nesse momento usufruindo do total conforto que a Pousada Beco de Noronha nos cedeu, em troca de comunicação da pousada no blog e nos sites que escrevemos. Mas o melhor de estar aqui esses dias não é o conforto e sim a delicia da companhia da nossa amiga Silvana com seu maridão superfuncional Sebastião e seu filho, vencedor do troféu criança mais simpática e tranquila da ilha, Hugo.

Se vierem para Noronha, este é o lugar para ficar:
www.becodenoronha.com.br

Terça-feira voltaremos para o quartinho que alugamos. Não tem conforto, inclusive não tem chuveiro (!!!) mas tem pessoas maravillhosas e uma vista das mais estonteantes que já vi!
Em breve voltaremos aqui com um texto mais detalhado da nossa experiência e, prometo ,fotos de verdade!

Namastê!

João. Na Revista Época (Online)

Para ler a reportagem CLIQUE AQUI

14 de setembro de 2008

João. No O Globo - Barra!


É isso aí amigos! Uma matéria no O Globo - Caderno Barra, em 14 de setembro de 2008!
O lançamento do livro "Viver Fernando de Noronha" é nesta quinta (18 de setembro), no restaurante Líquido em ipanema, Rua Barão da torre, 398 (Pça. Nossa Senhora da Paz) a partir das 18:30. Estão todos convidados.

5 de setembro de 2008

Fotógrafo carioca lança "Viver Fernando de Noronha" - texto Ana Cristina Rosado

O fotógrafo João Vianna lança, dia 18, deste mês o livro "Viver Fernando de Noronha", pela Réptil Editora. A obra é o resultado do privilégio de viver, durante três anos, onde todo o brasileiro sonha em tirar férias – o arquipélago de Fernando de Noronha.

Tudo começou quando este professor de educação física, um quase-urbano, decidiu dar ouvidos ao coração e se mudou de mala e rolos de filme, indo morar na ilha. Com a alma em expansão de quem faz o que ama, ele revelou, filme após filme, uma Noronha até pouco tempo incógnita.

Um registro sincero de quem se valeu dos próprios olhos como a melhor lente, e que, através de sua contemplação, proporciona aos leitores uma verdadeira viagem de sons, luzes, costumes, surf, fauna & flora, gente, sonho, céu e mar, contrastes e magia. "O livro é inédito por ser o único do assunto produzido por um fotógrafo que morou em um dos mais belos paraísos tropicais do mundo. Nele, o leitor tem acesso, de vários ângulos e situações, às paisagens e locais nunca antes vistos por turistas que já foram à ilha", diz João Vianna.

"Viver Fernando de Noronha" possui 62 fotografias, escolhidas a dedo, de um acervo de mais de 15.000 imagens. Vianna, que registrou paisagens nas diferentes estações do ano, conhece trilhas e caminhos da Ilha com a palma da mão. Bom nadador, com habilidade para o mergulho em apnéia, obteve belíssimas fotos da rica vida marinha. Cardumes exibindo sua coreografia sincronizada, além de predadores e presas dramatizando a ópera da sobrevivência entre coloridos corais e o vai-e-vem das algas podem ser apreciados no livro, que é uma verdadeira obra de arte. Registros de surfistas e atobás pegando onda e o trabalho dos pescadores também foram feitos por Vianna.

"No estado de sentir a areia ser aquecida pelo amanhecer, observar o vai-e-vem dos pássaros, testemunhar a força das "marés de lua", admirar o sol que mergulha sem pressa no mar dourado que registrei fragmentos e os compartilho com os leitores e amantes de Noronha. As imagens podem conter nas suas "entrelinhas", além da beleza doada pela natureza, elementos para reflexão", desta forma Vianna explica como montou a obra.

João Vianna, ligado nas questões ambientais, aderiu ao Projeto de reflorestamento Verde-Amanhã – uma iniciativa da fundação Jayme Sholna, o que confere ao livro "Viver Fernando de Noronha" o selo do projeto. As árvores usadas na produção do papel não são de desmatamentos ilegais e o impacto ambiental causado pela produção desta obra resultou no plantio de 47 mudas de árvores nativas em Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

O coquetel de lançamento acontecerá às 18h30, no Restaurante Líquido – Rua Barão da Torre, 398 – Ipanema.

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Lançamento Livro "Viver Fernando de Noronha", pela Editora Réptil

Dia: 18 de setembro, quinta-feira

Hora: às 18h30

Local: Rua Barão da Torre, 398 – Restaurante Líquido – em Ipanema

Valor do livro: 69,00

Entrada Franca